Perder-se, angustiar-se, é sempre dentro de si: o Eu é labirinto - finito e bem pequeno. Escapar-se, portanto, não está, ali, no espaço a dentro ("no fundo, no fundo.."), mas ao contrário, ao outro, ao lado... Ao lado tem-se o caminho. Ao outro tem-se o movimento. Ao contrário tem-se a desconstrução. Mire, veja: ser é inversamente proporcional a viver...
(linhas inspiradas na poesia de Mário de Sá-Carneiro)
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